Levando a vida do jeito que ela me levar.
Um pouco de mim.
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Quinta-feira, Outubro 16, 2008
Pequeno passeio num local próximo ao atual local onde damos aulas - Dolder Grand Palace:
Sol no outono na Suíça - muita sorte!!!
postado por: Luis Florião 7:49 AM
Domingo, Outubro 12, 2008
Olá, companheiros de viagem, seguem algumas fotos tiradas num ensolarado dia de folga na Suíça.
Abraço,
Sigam meu passos por Zurique:
Ao chegar ao paraíso fomos investigados:
Aceitos, o dono da área posando tranquilo:
No passeio, além de muitos casais e famílias, encontramos uma top model:
Sem palavras:
Agradeço a Deus por ter saúde, por ter sido agraciado com o dom de ensinar e ajudar, por ter amigos, por ter e amar meu trabalho e ainda por poder fazer essa divulgação da nossa cultura fora do Brasil.
Reflexo:
Quer um sorriso?
ps:
Você já agradeceu hoje?
E um sorriso, já deu?
Lembre-se gasta-se muito mais energia para ficar sério que para sorrir, então ainda que por economia, sorria!
postado por: Luis Florião 5:55 AM
Quarta-feira, Outubro 08, 2008
Este texto me foi enviado pelo aluno Renato Bacellar
Mentes que dançam
Postado por Alysson Muotri em 04 de Julho de 2008 às 10:58
“Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça, é ela menina que vem e que passa…”Basta ouvir o começo da música e já começamos, de forma inconsciente, a batucar com os dedos e mexer o pé marcando o compasso. Esse comportamento tão comum dos brasileiros reflete um instinto natural de dançar.
Humanos possuem uma habilidade inata para a dança. Desde a infância, antes mesmo de já termos uma coordenação motora refinada, aprendemos a mexer o corpo ao som de música. A dança é uma característica humana universal, independe de cultura e é, em geral, associada a um ritual. Exceções existem em sociedades que proíbem a dança por causa de sua “poderosa” influência.
Superficialmente, a dança pode ser vista como uma extensão da nossa afinidade musical que, por si só, representa uma questão evolutiva interessante: por que temos um cérebro que sabe apreciar música de uma forma tão refinada se isso não confere nenhuma vantagem óbvia para nossa sobrevivência?
Na natureza encontramos animais, principalmente canários, que se utilizam da música como forma de aproximação sexual, aumentando as chances de reprodução. No entanto, a capacidade de associar dança à música parece ser unicamente humana. Mais ainda, somos a única espécie que faz disso uma atividade social prazerosa, em grupo ou em pares. Dessa forma, a dança é uma forma de expressão humana que provavelmente evoluiu junto com a música, como uma maneira de criar ritmo.
E quem já se arriscou no salão sabe que mover o corpo pelo espaço de forma precisa, rítmica e expressiva e, ao mesmo tempo, lidar com variáveis como a gravidade e o balanço, não é uma tarefa banal. Pelo contrário, dançar é extremamente difícil. Mesmo assim, a maioria de nós consegue dar uns passinhos, dois pra lá, dois pra cá, sem pagar muito mico. A dança está definitivamente entre nossas capacidades naturais.
Curiosamente, a capacidade de dançar tem sido negligenciada pelos neurocientistas. Mas pesquisadores têm aplicado o estudo de imagens derivadas de PET (do inglês, tomografia por emissão de pósitrons), para estudar o comportamento do cérebro de dançarinos amadores e profissionais (Calvo-Merino e colegas, “Cerebral Cortex”, 2005). A idéia era entender como dançarinos conseguem navegar pelo espaço, controlar e coordenar as passadas e aprender novos e complexos movimentos. Os dançarinos ficam deitados, com a cabeça imobilizada no scanner, mas capazes de mover as pernas e os pés sobre um plano inclinado. Também podiam ver videoclipes de pessoas dançando sem mover as pernas.
As análises foram feitas de forma a subtrair as regiões meramente motoras (os participantes eram testados com e sem música, e apenas as áreas diferentes nas duas situações foram consideradas). O que restou foi justamente as regiões do cérebro responsáveis pela percepção espacial e orientação. A partir dai, os pesquisadores começaram a usar uma série de variáveis para entender o cérebro dos dançarinos, incluindo diversos tipos de dança, como o balé clássico, o tango e a capoeira.
Através dessas análises, cientistas estão conseguindo identificar as regiões neurais envolvidas com a atividade de dançar. Aparentemente, os circuitos ativos começam no interior do cérebro e atingem as camadas mais superficiais do córtex. O interessante é que essa análise revelou que o hemisfério direito (mais precisamente na região anatomicamente oposta à região de Broca, classicamente associada com a comunicação verbal e, mais recentemente, com a representação espacial das mãos) é amplamente ativado durante uma dança que requer interpretação. Essa ativação sugere uma forma de linguagem, ou pelo menos uma forma sutil de comunicação. Talvez uma maneira de comunicação anterior à linguagem verbal.
Esse é o primeiro experimento que demonstra que a região oposta à da Broca pode ser ativada apenas com o movimento das pernas. E essa área parece estar correlacionada com a capacidade de imitação, uma característica importante na disseminação da cultura e coesão social. Esses dados ainda são preliminares e precisam ser comprovados por outras técnicas até convencer a sociedade científica. Em contrapartida, sociedades de pessoas com deficiência auditiva já haviam apontado para esse fato décadas atrás. Com toda certeza, uma das formas mais diretas de comunicação entre humanos é o gesto; resta saber se esse foi o começo e/ou a razão da dança.
postado por: Luis Florião 8:43 AM
Relax 2
Uma mulher muito charmosa e atraente está num bar.
Gesticula graciosamente para o barman, que imediatamente chega mais perto.
Quando ele chega, ela, muito sedutora, faz sinal para que ele se aproxime.
Ela começa a acariciar-lhe o cabelo e a barba.
Passando e repassando os dedos carinhosamente, pergunta-lhe:
- Você é o proprietário? E passa vagarosamente a mão pelo rosto dele.
- Não! Responde ele.
- Você podia chamá-lo? Diz ela afagando o cabelo do Barman.
- Acho que não poderei ajudá-la, pois ele não está aqui hoje, diz o Barman, já profundamente excitado com a situação.
- Mas, posso fazer algo por você? completa ele.
- Claro que pode! Preciso que lhe dê um recado.
(Massageando a barba e enfiando dois dedos na boca do barman, deixando que ele os lamba e depois os chupe levemente, ela continua):
- Diga a ele que não tem papel higiênico e nem sabonete para lavar as mãos, no banheiro das mulheres!
postado por: Luis Florião 8:40 AM
Relax 1
O Contador Surdo-Mudo e a Advogada
Um chefão da Máfia descobriu que seu contador havia desviado dez
milhões de
dólares do caixa.
O contador era surdo-mudo. Por isto fora admitido, pois nada poderia
ouvir
e, em caso de um eventual processo, não poderia depor como testemunha.
Quando o chefão foi dar um arrocho nele sobre os US$10 milhões, levou
junto
sua advogada, que sabia a linguagem de sinais dos surdos-mudos.
O chefão perguntou ao contador:
- Onde estão os U$10 milhões que você levou?
A advogada, usando a linguagem dos sinais, transmitiu a pergunta ao
contador
que logo respondeu (em sinais):
- Eu não sei do que vocês estão falando.
A advogada traduziu para o chefão:
Ele disse não saber do que se trata.
O mafioso sacou uma pistola 45 e encostou-a na testa do contador,
gritando:
- Pergunte a ele de novo.
A advogada, sinalizando, disse ao infeliz:
- Ele vai te matar se você não contar onde está o dinheiro.
O contador sinalizou em resposta:
- OK, vocês venceram! O dinheiro está numa valise marrom, de couro,
que está
enterrada no quintal da casa de meu primo Enzo, no nº 400, da Rua 26,
quadra
8, no bairro Santa Marta!
O mafioso perguntou para advogada:
- O que ele disse?
A advogada respondeu:
- Ele disse que não tem medo de viado e que você não é macho o
bastante para
puxar o gatilho...
postado por: Luis Florião 8:37 AM
Matando a saudade dos alunos:
postado por: Luis Florião 7:28 AM
Tenho recebido cartas de todo mundo falando das fotos, mas vejam essa maravilha de foto que minha aluna Lívia Santos me mandou do Rio.
Fica devendo?
postado por: Luis Florião 6:48 AM
Sexta-feira, Outubro 03, 2008
"Meu quintal" em Almeire:
postado por: Luis Florião 1:37 PM
Chegamos em Almere (Holanda) de trem bala a 300 por hora
Apesar de todas as previsões de chuva, o sol teima em nos acompanhar.
Nossos anfitriões: Gunild e Romana com a Adriana
A casa onde estamos.
Os vizinhos
Botas maravilhooooosas a partir de 80 reais.
postado por: Luis Florião 12:07 PM